Jogo noturno, 08 de março.

Mais um jogo noturno no Jeep Clube. Acabou horário de verão, então 19h já é escuro.
Gus, Alyson,  Alex, Alan e Emerson.

Primeiro jogo 3×2, quem levava tiro permanecia onde estava, sem poder atirar, até que o parceiro de time chegasse até ele. Se um inimigo chegasse primeiro e levasse o moribundo até seu respawn, esse cara passava a ser daquele time. Com uma extra: qdo um time tivesse com só um jogador, se ele matasse alguém esse morto já ia direto pro respawn do matador e virava parceiro do jogador solitário. Jogo até que todos do time adversário morresse.
Eu, Alyson e Alan X Emerson e Alex. Alan morreu uma vez e consegui salvá-lo. Depois o Alex morreu e ficou lá de bobeira, consegui levá-lo para nosso respawn e ele ficou no nosso time. Quatro contra o Emerson, sem chance. Ele em vez de sumir na escuridão e ir eliminando alguém, bastava matar um que ele já teria reforços, ele ficou escondido num bunker, perto de um poste. Cercamos, picamos e tomamos cerveja usando o tampo do cranio como caneca…rs.

Segundo jogo, dois times uma bandeira (lanterna), 20 minutos de jogo, no final quem estivesse com a lanterna vencia. Gus, Emerson e Alan X Alyson e Alex. Respawn de 30seg para o time de 3, de 10seg para time de 2. Alyson, sorrateiro na noite, consegue pegar a lanterna no meio do campo, leva ela para seu campo e fica escondido protegendo-a. Alex fica pelo flanco direito. Sem resistência nosso time avança além das linhas inimigas, Alan pela esquerda, Eu pelo centro e Emerson pela direita. Alex toma alguns tiros do Alan, morre e quando retorna do respawn mando ele de volta. A posição dele é vulnerável por aquele flanco, local mais iluminado (dá de ver silhueta) . Sem a cobertura que o Alex fornecia ao meio do campo eu avanço em direção a lanterna, vendo o Alyson no escuro, atrás das árvores, perto da base deles. Consegui matá-lo e peguei a lanterna, levando-a para nossa base. E continuamos a pressão sobre eles.

Outra hora o Alyson e o Alex no grupos de árvores bem a nossa esquerda. Começamos a cercar, eu tava no meio e via que não atiravam para o meio do campo, só para o Alan que estava na minha esquerda e para o Emerson a direita. Então avancei pelo meio diretamente em direção a placa onde o Alyson estava, lentamente em campo aberto, pensei até que o Alex tinha me visto, mas não. Quando eu caminhava fazia algum barulho, galhos e folhas no chão, então só poderia caminhar quando o Alyson (meu alvo) atirava ou quando, de vez em quando, meus dois parceiros atiravam nele. Não sei se meus parceiros não me viram, ou se não entenderam o que eu pretendia fazer, mas eles não forneciam o fogo de supressão que eu precisava para caminhar e me aproximar (depois soube que o Emerson estava com problemas no mag, que não estavam alimentando direto, eram novos e sem silicone). Quando eles ou meu alvo atiravam eu me movia, quando paravam eu parava e ficava em campo aberto, exposto, tenso, se fosse descoberto, morreria facilmente, não queria atirar para não denunciar minha posição. Mas fui indo assim e matei o Alyson a facãozadas. O Alex que estava mais atrás, vendo toda aquela carnificina, saiu correndo e desistiu do jogo. Vencemos.

Depois fizemos mais uns treinos de fogo e movimento, contact drill, center peel. Colimamos as armas, trocamos umas ideias e fomos embora a meia noite de lua cheia.

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